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CRIADO EM INDÁPOLIS, NA ZONA RURAL DE DOURADOS, GALINHADA NO DISCO, É UM PRATO MUITO SABOROSO

CRIADO EM INDÁPOLIS, NA ZONA RURAL DE DOURADOS, GALINHADA NO DISCO, É UM PRATO MUITO SABOROSO

 

Dênes de Azevedo

 

Hospitaleiro e receptivo, o povo de Dourados adora uma roda de conversa; melhor ainda com uma boa comida. Não é a toa que a cidade tem uma culinária bastante diversificada, que experimenta diversos sabores. E não para de criar novos pratos.

Um exemplo é a “Galinha no Disco”, prato criado pelo motorista Valderi Morais, de 49 anos, na zona rural do distrito de Indápolis, a 25 quilômetros da cidade de Dourados. Primeiro, há 15 anos, ele adaptou um disco de arado agrícola para servir de panela. Esse equipamento é muito usado no Estado para fazer o já tradicional “bife na chapa”.

Depois testou o arroz de carreteiro, que ficou igualmente bom. Porém, há dois anos Valderi resolveu a fazer uma galinha no velho disco de arado. E não é que ficou muito bom? Aprovado o experimento pelos amigos, o prato já é tradicional na região e cada vez mais ganha mais adeptos que buscam novos sabores.

No dia 25 de junho, Valderi preparou a galinhada no disco para os jornalistas Eduardo Madeira, da Revista Gastronomia etc e Portal Embarque na Viagem, Fernanda Athas, da Folha de São Paulo e Walquíria Henriques, do Ministério do Turismo. A jornalista Iana Caramori, do Correio Braziliense não degustou o prato porque é vegetariana. Os jornalistas, que conheciam Dourados pelo programa Press Trip, do Ministério do Turismo, visitavam o Museu Histórico da Colônia Agrícola Nacional de Dourados. O Indicador Econômico estava presente.

O prato agradou aos jornalistas, inclusive o diretor da Revista Gastronomia etc, Eduardo Madeira. “Realmente dá um sabor diferenciado ao alimento; ficou muito bom”, disse Eduardo Madeira, após a degustação.

Valderi é esposo de Cleusa Morais, uma das fundadoras da Associação de Mulheres Rurais de Dourados Força Feminina, entidade que desenvolve várias obras em artesanato, com destaque para os trabalhos em palha. Na sede da entidade, no museu, há também alimentos caseiros, como doces e biscoitos, feitos no distrito para a venda.

 

O PRATO

A galinhada no disco é preparada por Valderi num disco de 30 polegadas, montado sobre um tripé e alimentado por fogo à lenha.

Primeiro ele coloca no disco, untado com oléo, o frango, cortado em pedaços pequenos. Depois de uma breve fritura é adicionado o arroz. Após a fritura do arroz com a carne é a vez de acrescentar o milho, a cenoura e a cebola. A água é colocada aos poucos até que o alimento fique bem cozido. Um pouco antes da retirada do fogo é acrescentado o cheiro verde.

A galinhada fica pronta em 40 minutos. Porém, o processo é diferente da galinhada de panela. Valderi conta que é preciso mexer ininterruptamente para que o alimento não grude no fundo do disco. Esse processo de mexer sempre deixa a galinhada um “pouco mais papa” que a tradicional. Também faz com que se misture melhor o sabor dos ingredientes. É um prato realmente muito delicioso.

Frequentemente a galinhada no disco é servida na sede da Associação de Mulheres, que fica no Museu, localizado na rodovia MS-276, entre Vila São Pedro e Indápolis, aos sábados ou domingos. Mas é preciso reservar. O telefone para contato é 067 3489 1347 e 9944 7102.

Vale a pena um passeio num sábado ou domingo ao museu para conhecer um pouco da história da Colônia Agrícola. Também há muitas opções de artesanato de qualidade produzido pelas mulheres à venda.

 

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Valderi prepara a galinhada no disco, alimento criado em Indápolis que apresenta um sabor diferenciado e que já caiu no gosto do douradense. Em 40 minutos prato fica pronto. (Foto: Dênes de Azevedo).