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Conjuntura de Investimentos entre março e junho de 2016

Conjuntura de Investimentos entre março e junho de 2016

 

AQUISIÇÕES E FUSÕES

  • A norueguesa Yara, do setor de fertilizantes, confirmou aporte de R$ 1 bilhão para modernizar e expandir seu complexo industrial em Rio Grande (RS). O Brasil é hoje o maior mercado e a maior operação da empresa no mundo.

 

  • A Merial, braço de saúde animal da farmacêutica francesa Sanofi, está investindo € 9 m no Brasil para duplicar sua produção de medicamentos injetáveis para bovinos. O objetivo é consolidar o País como plataforma exportadora.

 

  • A gestora de fundos Aqua Capital adquiriu o controle da Yes, empresa de aditivos para alimentação animal. Com o aporte, a Yes deve inaugurar até o final de 2017 duas novas fábricas, em Lucélia e Borá (ambas SP).

 

  • A Aqua Capital também adquiriu 60% da Rural Brasil, rede de comercialização de insumos agrícolas com 12 lojas nos Estados de GO, MT e PA. O valor da operação não foi divulgado, mas a Rural Brasil receberá investimentos de R$ 86 m.

 

  • A Coamo, maior cooperativa agropecuária da América Latina, com sede em Campo Mourão (PR), prevê investimentos de R$ 1 bilhão nos próximos 4 anos. Metade dos recursos será destinada a uma nova esmagadora de soja em Dourados, MS.

 

  • A BRF, maior exportadora de carnes de frango e suína do País, vai investir R$ 70 m para ampliar sua unidade em Vitória de Santo Antão, PE. Lá a empresa produz processados de carnes, embutidos e margarina. Os aportes abrangem as áreas industrial e logística.

 

  • A empresa de carnes JBS pretende transferir sua sede para a Irlanda, criando a JBS Foods International, que terá 80% de seus ativos e capital aberto na NYSE. A JBS nasceu em Anápolis (GO) e o Brasil hoje responde por 10% de suas vendas.

 

  • A Cooperativa Central Gaúcha Ltda (CCGL) inaugurou em Cruz Alta (RS) a ampliação de sua unidade de lácteos. A planta recebeu aportes de R$ 130 m e destina-se à produção de leite em pó.

 

  • A anglo-holandesa Unilever vendeu por US$ 575 m seu negócio de bebidas à base de soja na América Latina, a AdeS, para a Coca-Cola Company e a mexicana Femsa. A AdeS é comercializada no Brasil, México, Argentina e outros mercados.

 

  • A Bebidas Fruki, produtora de refrigerantes e água mineral de Lajeado (RS), vai investir R$ 80 m em uma fábrica em Paverama (RS). A unidade será inaugurada em 2020 e produzirá chás, isotônicos, bebidas funcionais, energéticos e cervejas.

 

  • A Ambev, dona de marcas como Skol, Brahma e Antarctica, entrou no capital da produtora de sucos Do Bem, do Rio de Janeiro. A cervejaria fará a distribuição dos sucos e chás da empresa por meio de sua divisão de não alcoólicos.

 

  • A Península Participações tornou-se sócia da empresa de bebidas Wine.com, controladora do site de mesmo nome e da WBeer. A operação se concretizou por aporte de capital e torna Península sócia da e.Bricks Digital, do grupo RBS.

 

  • O fundo norte-americano H.I.G. está efetuando aporte no capital da farmacêutica Halex Istar, produtora de soros com sede em GO. Os recursos serão utilizados na estruturação da Isofarma, que atuará no mesmo segmento e terá sede no CE.

 

  • Com investimentos de R$ 500 m, a Libbs está erguendo em Embu das Artes (SP) a maior fábrica de biofármacos de uso único na América Latina. A produção dos medicamentos biossimilares está prevista para 2018.

 

  • A brasileira Infinity Services uniu-se à norte-americana Wend’s, do grupo Starboard, e criaram a Wendy’s Brasil. Para esse ano já estão previstos aportes de US$ 10 m na instalação de cinco restaurantes.

 

  • O BTG Pactual concluiu a venda de seus 70% na Lojas Leader para a Legion Holdings. A operação foi efetuada por valor simbólico, mas transfere dívidas de R$ 1 bilhão. A Leader conta com 167 lojas e opera as bandeiras Leader e Seller.
  • A Via Varejo, dona da Casas Bahia e do Pontofrio (Grupo Pão de Açúcar), firmou entendimentos com a Cnova, dona dos sites dessas lojas, para integrar suas operações no Brasil. A GPA e a Cnova são controladas pelo grupo francês Casino.

 

  • As varejistas de moda Restoque e InBrands voltaram a discutir a união de suas atividades em uma empresa de 720 lojas líder de mercado. A união agregaria grifes como Le Lis Blanc, Rosa Chá, Dudalina, Richard, Salinas, VR e Ellus.

 

  • A Votorantim Cimentos está inaugurando em Primavera (PA) mais uma unidade produtiva. A fábrica de cimento exigiu investimentos de R$ 860 m e será a terceira da empresa na Região Norte.

 

  • A Oji Papéis Especiais, empresa do grupo japonês Oji Holdings Corporation, vai ampliar sua produção de papéis térmicos em Piracicaba (SP). O investimento será de US$ 9 m e visa atender o mercado doméstico.

 

  • A Klabin, maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do País, inaugurou em Ortigueira (PR) sua nova fábrica de celulose, na qual foram investidos R$ 8,5 bilhões. A unidade irá produzir fibras de celulose curta e longa.

 

  • A Unipar Carbocloro adquiriu da Solvay Argentina 70,59% do capital da Indupa e assumiu o controle da Solvay Indupa, fabricante de PVC e soda cáustica. A Solvay Indupa possui plantas em Baía Blanca (Argentina) e Santo André (SP).

 

  • Com investimentos de US$ 5,2 bilhões, a Braskem inaugurou o Complexo Petroquímico do México, sociedade da química brasileira com a mexicana Idesa. O empreendimento produzirá polietileno e a Braskem detém 75% de participação.

 

  • A fabricante de resinas plásticas Videolar-Innova investiu R$ 100 m para instalar uma nova linha de Newcell (produto concorrente do isopor) em sua planta no Polo Petroquímico de Triunfo (RS).

 

  • A geradora de energia Eneva vai assumir integralmente a Parnaíba Gás Natural (PGN) e passará a atuar na exploração de petróleo. A PGN é controlada pela OGX e pelo Fundo Cambuhy e o acordo aumenta em R$ 1,15 bilhão o capital da Eneva.

 

  • A Petrobras vendeu 67,19% da Petrobras Argentina (Pesa) para a Pampa Energía por US$ 892 mi. Também vendeu 100% da Petrobras Chile Distribución (PCD) para o fundo de participações Southern Cross Group, por US$ 490 m.

 

  • A Ipiranga, distribuidora de combustíveis controlada pelo grupo Ultrapar, adquiriu a totalidade do capital da concorrente Alesat Combustíveis por R$ 2,168 bilhões. A Rede Ale conta com cerca de 2 mil postos, que se somarão aos 7,2 mil da Ipiranga.

 

  • O leilão de linhas de transmissão da Aneel teve 14 dos 24 lotes arrematados, resultado que abrange investimentos de R$ 7 bilhões. Entre os vencedores destacamse o Consórcio Transmissão Brasil, a State Grid, a WPR e a Alupar.

 

  • A espanhola Gas Natural Fenosa, controladora das distribuidoras de gás canalizado CEG, CEG Rio e Gas Natural SPS, pretende investir R$ 525 m na expansão de sua rede de gás e em novos projetos de energia no Brasil no período 2016-2020.

 

  • A CPFL Energia fechou acordo para a compra da distribuidora gaúcha de eletricidade AES Sul, controlada pela norte-americana AES Corp, por R$ 1,695 bilhão mais R$ 1,1 bilhão em dívidas. A CPFL já atua no RS por meio da distribuidora RGR.

 

  • A empresa de energia renovável Canadian Solar vai investir R$ 2,3 bilhões em projetos de energia solar no Brasil. O investimento abrange R$ 80 m destinados a uma linha de painéis solares na fábrica da Flextronics, em Sorocaba (SP).

 

  • A Votorantim Metais (VM) aumentou sua participação na peruana Milpo com a compra de mais 20,17% do capital da empresa mineradora de zinco. A transação custou US$ 170 m à VM, que agora detém 80,24% do controle da empresa.

 

  • Com investimentos de US$ 55 m, boa parte provenientes da gestora norte-americana BlackRock, está iniciando as atividades da australiana Avanco Resources em Curinópolis, PA. Lá a empresa extrai e produz concentrados de cobre.

 

  • A mineradora britânica Anglo American vendeu seus ativos relacionados à produção de fosfato e nióbio no Brasil para a China Molybdenum (CMOC) por US$ 1,5 bilhão. A operação envolve minas, fábricas, complexos químicos e depósitos em GO e SP.

 

  • A alemã ThyssenKrupp assumiu a participação de 26,87% da Vale na Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), produtora de placas de aço. A operação teve valor simbólico e reforça a estratégia da Vale de vender ativos não essenciais.

 

  • E a ThyssenKrupp está consolidando suas operações brasileiras com equipamentos e tecnologias industriais na ThyssenKrupp Industrial Solutions. As operações envolvem projetos de cimento, mineração, linhas automotivas e processos químicos.

 

  • A Gerdau vendeu suas operações com aços especiais na Espanha, a antiga Sidenor, por € 155 m incluindo dívidas. A compradora foi a Clerbil SL, investidora formada por executivos da própria empresa. A dívida líquida da Gerdau soma R$ 18 bilhões.

 

  • A catarinense WEG, do setor de máquinas e equipamentos, adquiriu a fábrica norteamericana de motores Bluffton Motor Works, especializada em motores elétricos fracionários. Essa é a primeira unidade de motores da WEG nos EUA.

 

  • A Moura, maior fabricante brasileira de baterias automotivas, vai investir US$ 16 m para ampliar a produtividade de sua unidade na Argentina. Com o aporte, a empresa de Belo Jardim (CE) pretende passar a exportar para o Chile, Uruguai e Paraguai.

 

  • A Scomi, empresa da Malásia sócia da brasileira MPE no Consórcio Monotrilho Integração, vai assumir o fornecimento de material rodante, sistemas e sinalização contratado para a Linha 17-Ouro do Metrô de SP.

 

  • E o Metrô de SP ainda contratou o Consórcio TIDP (Tiisa e DP Barros) para concluir três estações do Lote 2 da Linha 17-Ouro. O contrato tem valor de R$ 74 m e refere-se a obra civil, acabamento, comunicação visual e paisagismo.

 

  • Com investimento de R$ 750 m, a Jaguar Land Rover está iniciando as atividades de sua linha de montagem erguida em Itatiaia, RJ. Essa é a primeira fábrica da empresa fora do Reino Unido e deverá focar o mercado consumidor interno.

 

  • A Tivit, empresa de serviços integrados de tecnologia, anunciou a compra da startup de cloud computing One Cloud. A One Cloud oferece a gestão centralizada, em um único portal, de serviços oferecidos na nuvem.

 

  • A Stefanini, empresa brasileira do setor de tecnologia da informação, anunciou a formação de joint venture com a israelense Rafael Advanced Defense Systems. A sociedade visa atuar nas áreas de cyber segurança e inteligência avançada.

 

  • Com aporte inicial de R$ 200 m, a gestora de fundos Pátria Investimentos está entrando no mercado de centros de dados com a Odata, empresa criada em Santana de Parnaíba (SP). Mais R$ 250 m estão previstos nos próximos três anos.

 

  • A Movile, do setor de mobile commerce, anunciou investimento de R$ 13 m na startup mineira de ingressos Sympla. A Sympla atua na área de eventos, permitindo que seus usuários gerenciem festas, shows, conferências, palestras, cursos e outros.

 

  • A Elsys, fabricante de equipamentos eletrônicos de Valinhos (SP), e a Hughes Brasil, operadora de satélites, firmaram parceria para oferecer banda larga por satélite. O foco da empresa será o usuário residencial do interior do País.

 

  • A Telxius, empresa de infraestrutura da espanhola Telefónica, assumiu 1655 torres da Telefonica Vivo no Brasil. A operação, avaliada em R$ 760 m, foi concretizada pela subsidiária Toweco Latam Brasil, que também opera cabos submarinos.

 

  • A Azul Linhas Aéreas confirmou a aquisição de € 90 m de bônus conversíveis em ações da aérea portuguesa TAP. A operação decorre de repactuação do acordo de privatização da TAP e dará à Azul 40% de direitos econômicos e até 8% do controle.

 

  • O Estaleiro Atlântico Sul, controlado pelos grupos Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, vai receber aporte de R$ 380 m para sanar seus problemas de liquidez. O estaleiro localiza-se no litoral de PE.

 

  • Com aporte de R$ 400 m, a China Communications Construction Company (CCCC) entrou no capital do TUP de São Luís (MA), projeto multicargas da WPR, braço de infraestrutura da WTorre. O empreendimento está orçado em R$ 1,5 bilhão.

 

  • A Rumo Logística obteve R$ 2,6 bilhões por oferta primária de ações, dos quais R$ 1,1 bilhão captados no mercado de capitais. A diferença veio de sócios compromissados, com destaque para os R$ 750 m investidos pela Cosan Logística.

 

  • Com investimentos de R$ 120 m, a norte-americana Cargill Transportes colocou em operação 20 barcaças próprias na matriz amazônica, rota de escoamento de grãos do Centro-Oeste. Essa é a primeira rota fluvial da empresa no País.

 

  • A MLog, ex-Manabi, firmou memorando para desenvolvimento do Distrito Empresarial Note Capixaba, uma área industrial e portuária em Linhares (ES) semelhante à de Suape (PE). A primeira fase prevê investimentos de R$ 800 m.

 

  • A Odebrecht Latinvest fechou acordo para a venda de 57% de participação na Rutas de Lima, concessionária de rodovias no Peru, para a gestora Brookfield. Pelo acordo, a empresa brasileira ainda manterá participação de 25% na concessão.
  • A CCR manterá a concessão da Rodovia Presidente Dutra, entre o Rio de Janeiro e São Paulo, por mais 17 anos. A concessão é operada pela NovaDutra, do Grupo CCR, e receberá melhorias de R$ 3,5 bilhões no período da extensão contratual.

 

  • A Vivante, empresa de manutenção industrial e gestão predial, fechou a compra de 40% da BC2 Construtora, especializada na manutenção e conservação de rodovias concessionadas. A operação é estimada em R$ 100 m e será por aporte de capital.

 

  • Sem interesse das sócias Petros, Funcef e Previ, os 24,4% da OAS Investimentos na concessionária de infraestrutura Invepar devem ficar com os credores, dentre eles o FI-FGTS. A operação é avaliada em R$ 1,35 bilhão e aguarda confirmação judicial.

 

  • A WTorre encerrou sua parceria com a australiana Goodman e concentrou suas operações de galpões logísticos na nova WTLog, que nasce com R$ 600 m em ativos. Na cisão, a empresa ficou com três empreendimentos em SP e um no RJ.

 

  • A PDG Realty vendeu sua participação de 58,1% na REP Real Estate Partners para a LDI Desenvolvimento Imobiliário. A REP atua no desenvolvimento de shopping centers. Pela transação, a PDG receberá 26 imóveis da LDI em São Paulo.
  • A Yoo Hotel & Resorts, a brasileira Intercity e a belga Pylos estão inaugurando no Rio de Janeiro o primeiro hotel da bandeira Yoo2, no segmento de luxo. Ele recebeu aporte de R$ 130 m e já está previsto uma nova unidade em Porto Alegre (RS).

 

  • A incorporadora Cyrela está injetando R$ 100 m na construtora Tecnisa e passará a deter 19% de seu capital. A Tecnisa possui endividamento total de R$ 1,33 bilhão e, com a operação, os atuais controladores terão sua participação reduzida para 49%.

 

  • A Adavium Medical, fabricante de equipamentos e reagentes laboratoriais, assumiu a Hemogram e a Alka Tecnologia, empresas do mesmo setor. A Adavium é fornecedora dos laboratórios Dasa, SalomãoZoppi, Fleury e Hermes Pardin.

 

  • A norte-americana DeVry, proprietária do Ibmec, adquiriu a Faculdade Imperatriz (Facimp), localizada no MA. A DeVry possui forte presença no Norte e Nordeste, regiões em que já atuava antes de adquirir o Ibmec, na Região Sudeste.

 

  • A Dasa anunciou a compra do Laboratório Gaspar, do Maranhão, por R$ 59,4 m. A aquisição marca a entrada da Dasa naquele Estado e amplia sua presença na Região Nordeste, onde já atua no CE, PE e BA.

 

  • Com investimentos de R$ 46 m o Grupo Anima assumiu a Alis Educacional, controladora de duas faculdades em Bom Despacho (MG). A Anima Educação já atua no ensino superior em MG com os centros universitários Una e UniBH.

 

  • A administradora de parques Cataratas do Iguaçu, a operadora de turismo BelTour e a operadora de transportes Esfeco investiram R$ 100 m no projeto AquaRio. Trata-se do maior aquário oceânico da América do Sul e ficará no Rio de Janeiro.

 

  • O Group Up, de origem francesa, está unindo suas atividades brasileiras em cartões de benefícios com as da Policard, de Uberlândia (MG). Na Up Brasil, a Policard terá 40% de participação e o Group Up será majoritário com 60% do capital.

 

  • A Codemig, empresa do Governo de Minas Gerais, injetou R$ 147 m no Banco Mercantil de Investimentos (BMI), controlado pelo Mercantil do Brasil. O aporte foi efetuado por oferta pública de ações e se somou a R$ 43 m do próprio Mercantil.

 

  • A gestora norte-americana Principal Financial Group (PFG), que desde 2012 detinha 60% da Claritas Investimentos, anunciou a aquisição do restante da gestora brasileira, passando a deter 100% de seu capital.

 

  • A Financeira Omni, especializada em crédito para o segmento de veículos usados, fechou a compra do Banco Pecúnia, que era controlado pelo francês Société Générale. A intenção da Omni é atuar na bancarização de clientes de sua carteira.

 

  • A BM&FBovespa efetuou a venda de sua participação de 4% no capital do CME Group, operador da Bolsa de Chicago. A transação, no valor estimado de US$ 1,25 bilhão, objetivou capitalizar a bolsa paulista para a incorporação da Cetip.

 

  • A BM&FBovespa adquiriu a câmara depositária de títulos Cetip por R$ 11,9 bilhões, tornando-se a única empresa de registro e negociação de ativos no mercado de capitais local. Pelo acordo, os acionistas da Cetip ficarão com 11,8% da sociedade.

 

  • A Faros Investimentos, maior escritório de agentes autônomos do País, incorporou as operações da carioca AX Capital e tem planos de se tornar uma DTVM. A operação agrega R$ 150 m de ativos à Faros, que é focada em clientes de alta renda.

 

  • O Grupo Agiplan concluiu a aquisição da totalidade do capital do Banco Gerador, cuja atuação se concentra na Região Nordeste. A unidade passará a se chamar Banco Agiplan e terá sua sede transferida para Porto Alegre, RS.

 

  • A Porto Seguro fechou a compra da carteira de seguros de automóveis da Chubb do Brasil. A operação, embora pequena frente à carteira do Grupo Porto Seguro, reforça a sua atuação segmento de veículos de alto valor.

 

  • O Banco do Brasil e o Bradesco uniram-se para estruturar a Livelo, empresa de fidelização que concorrerá com a Smiles e a Multiplus, originárias do setor aéreo. A maior parte dos pontos de fidelidade baseiam-se no uso de cartões de créditos.

 

  • A BankFacil, startup que atua na oferta digital de crédito pessoa e no financiamento de veículos por C2C, recebeu aporte de R$ 15 m dos fundos Kaszek Ventures, Redpoint e.ventures, Quona Capital e QED Investors.
  • Fonte: Brasilpar

http://www.brasilpar.com.br/waUpload/brasilpar-136-2001572016132514.pdf

 

Foto de capa: Investorcp.com