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BRASILEIRO EMPOBRECE E GASTA MENOS COM O PAI

BRASILEIRO EMPOBRECE E GASTA MENOS COM O PAI

 

 

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Estimativa é de que o Dia dos Pais movimente R$ 75,486 milhões na economia das 78 cidades do Estado. (Arte: Fecomércio).

 

Dênes de Azevedo

 

Pesquisa do IPF-MS (Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio MS) e Sebrae-MS, divulgada nesta terça-feira, revela que a situação econômica das pessoas piorou do ano passado para cá e que, em função disso, vão gatar menos com o presente do Dia dos País, a ser comemorado no dia 7 de agosto.

De acordo com a pesquisa, feita em 11 cidades de Mato Grosso do Sul, incluindo Dourados, 38,9% da população acha que o cenário econômico está pior, enquanto que para 41,5% está igual (relembre que em junho do ano passado já se falava que o Brasil estava em crise). Apenas para 19,7% está melhor.

Como resultado desta visão a intenção de gasto médio no comércio com o presente do pai é menor, caindo 10,56%, de R$ 130 no ano passado para R$ 117,58 este ano. “A perda real do gasto médio com o presente em 10% está intimamente ligada com a evolução da situação financeira das famílias”, afirma o presidente do Sistema Fecomércio MS, Edison Araújo.

A estimativa é de que o Dia dos Pais movimente R$ 75,486 milhões na economia das 78 cidades do Estado, contra R$ 161,758 milhões no ano passado. A redução no consumo é de 53,3% em relação a 2015.

 

 

 

MOVIMENTAÇÃO ECONÔMICA NOS 11 MUNICÍPIOS PESQUISADOS

Por ordem de crescimento/queda

 

1 – Três Lagoas: R$ 6,006 mi (2016) e R$ 5,014 mi (2015) – Crescimento de 19,78%

2 – Corumbá/Ladário: R$ 3,879 mi (2016) e R$ 3,748 mi (2015) – Crescimento de 3,49%

3 – Nova Andradina: R$ 1,466 mi (2016) e R$ 1,861 mi (2015) – Queda de 21,22%

4 – Aparecida do Taboado: R$ 828 mil (2016) e R$ 1,116 mi (2015) – Queda de 25,80%

5 – São Gabriel do Oeste: R$ 774 mi (2016) e R$ 1,105 mi (2015) – Queda de 29,95

6 – Dourados: R$ 6,508 mi (2016) e R$ 10,160 mi (2015) – Queda de 35,94%

7 – Ponta Porã: R$ 2,005 mi (2016) e R$ 3,746 mi (2015) – Queda de 46,47%

8 – Aquidauana/Anastácio: R$ 1,168 mi (2016) e R$ 2,382 mi (2015) – Queda de 50,96%

9 – Naviraí: R$ 765 mil (2016) e R$ 1,768 mi (2015) – Queda de 56,73%

10 – Campo Grande: R$ 15.938 mi (2016) e R$ 44,655 mi (2015) – Queda de 64,30%

11 – Chapadão do Sul: R$ 343 mil (2016) e R$ 1,326 mi (2015) – Queda de 74,13%

 

VALOR DO PRESENTE

Por ordem de maior valor de intensão de gasto

 

1 – Corumbá/Ladário: R$ 148

2 – Três Lagoas: R$ 146

3 – Chapadão do Sul: R$ 130

4 – São Gabriel do Oeste: R$ 128

5 – Aquidauana/Anastácio: R$ 122

6 – Nova Andradina: R$ 118

7 – Dourados: R$ 116

8 – Campo Grande: R$ 98

9 – Ponta Porã: R$ 97

10 – Naviraí: R$ 93

11 – Aparecida do Taboado: R$ 84

 

Mato Grosso do Sul – média: R$ 118

 

% DE CONSUMIDORES QUE IRÃO ÀS COMPRAS

Por ordem decrescente

 

1-  Aparecida do Taboado: 82%

2 – Três Lagoas: 63,5%

3 – Corumbá/Ladário: 62,5%

4 – Dourados: 57,5%

5 – São Gabriel do Oeste: 55%

6 – Nova Andradina: 54%

7 – Ponta Porã: 51%

8 – Aquidauana/Anastácio: 48%

9 – Campo Grande: 40,6%

10 – Naviraí: 37,5%

11 – Chapadão do Sul: 24%

 

Mato Grosso do Sul – média – 51%

 

PIORES

Quando se analisa a frequência da cidade nas quatro últimas posições dos três rankings apresentados acima a crise econômica parece ter afetado mais os municípios de Naviraí (3 frequências) e Campo Grande (também 3 frequências).

Naviraí tem a 9ª maior queda (56,73%) no volume previsto de movimentação, o 10º menor valor do presente (R$ 93) e 10ª menor intenção de ir às compras (37,5%). Já a capital tem 10ª maior queda na movimentação prevista (64,30%), o 8º pior valor do presente (R$ 98) e a 9ª pior intenção de ir às compras (40,6%). A seguir, os números indicam que Chapadão do Sul e Aquidauana/Anastácio também não vivem um bom momento econômico.

Por outro lado, na ponta de cima estão para Três Lagoas, cuja base da economia é a celulose, que se encontra num momento, e Corumbá/Ladário, cuja retomada da produção de minério de ferro mantém bons níveis de salários. Três Lagoas (1ª) e Corumbá/Ladário (2ª) são as únicas cidades em que haverá crescimento nas vendas para o Dia dos Pais. Essas duas cidades também tem as maiores intenções de valor de compra do presente. R$ 148 em Corumbá/Ladário e R$ 146 em Três Lagoas. Aparecida do Taboado também aparece bem no geral, na pesquisa.

 

16,8% AINDA NÃO SABEM O QUE COMPRAR

 

Os presentes mais citados foram vestuário (43,9%), perfume/cosméticos (14,8%) e calçados (12%). O índice dos que não sabem o que vão presentear está alto: 16,8%. “Esse indicador mostra que os comerciantes devem se preparar para cativar e fechar a venda com esse público lembrando que os fatores decisivos são qualidade do produto, preço e atendimento”, afirma a economista Regiane Oliveira, da Fecomércio/MS.

A pesquisa mostra que 51% da população economicamente ativa deve ir às compras em Mato Grosso do Sul e o consumidor de Dia dos Pais deste ano é formado na maioria por mulheres (55,4%) e jovens, com idade entre 18 e 29 anos (51,8%). A maioria dos que vão comprar presente é assalariada (50%).

Dos 56,7% que vão comemorar a data, 87,4% irão a casa de familiares ou farão a comemoração em casa; 6,6% vão a restaurantes, 4,3% pretendem viajar e 1,6% fazer atividades ao ar livre.

“Seja na casa de familiares, nas próprias residências, restaurantes e/ou viagens. Essa medição serve para auxiliar a tomada de decisões por parte dos empresários do ramo de mercados, padarias, rotisserias, churrascarias e restaurantes”, aponta a Fecomércio. (Com Assessoria da Fecomércio/MS).