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Bovespa sobe e tem 3ª alta seguida e dispara mais de 7%

Bovespa sobe e tem 3ª alta seguida e dispara mais de 7%

 

22/11/16

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,3545 (compra) 3,3565 (venda) +0,13% (variação)

Dólar Turismo: 3,1900 (compra) 3,5300 (venda) 0,28% (variação)

Euro Comercial: 3,5623(compra) 3,5675 (venda) +0,21% (variação)

Libra: 4,1644 (compra) 4,1698(venda) -0,47% (variação)

Guarani: 1.650 (compra) 1.710 (venda)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em +1,45% ( 61.954,47) nesta terça-feira.

 

Commodities

Soja: 69,00(BA) 69,32(GO) 72,80(MG) 66,81(MS) 66,41(MT) 67,09(PR) 68,55(RS)  69,73(SC) 71,76(SP)

Milho: 45,33(BA) 35,83(GO) 40,67(MG) 28,67(MS) 26,84(MT) 30,66(PR) 39,08(RS) 37,88(SC) 33,80(SP)

Algodão: 85,40(BA) 67,00(GO) 84,50(MG) 68,00(MS) 79,77(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 70,04(PR) 48,65(RS) 60,88(SP)

Feijão: 215,83(BA) 225,70(PR) 213,17(RS) 202,20(SC) 168,53(SP)

 

Bovinos: 152,34(BA) 141,28(GO) 145,88(MG) 139,75(MS) 127,85(MT) 150,78(PR) 4,87(RS) 157,61(SC) 150,46(SP)

Aves: 3,30(MG) 2,92(PR) 2,42(SC) 3,10(SP)

 

Petróleo (Brent): US$ 45,260(+0,31%)

Ouro: US$ 1212,800 a onça-troy (0,0%)

Prata: US$ 16,690 (+0,16%)

Platina: US$ 942,500 (+0,35%)

Paládio: US$ 746,500 (+0,00%)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,19%

CDI: +13,88%

SELIC: +14,00% (20/10)

IPCA: +0,26% (Out/16).

IPC-Fipe: +0,27 (Out/16)

IGP-M: +0,16 (Out/16)

INPC: +0,17 (Out/16)

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

 

UFERMS

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

Brasil ganhou 10 mil novos

milionários, aponta estudo

Apesar da recessão, o Brasil ganhou 10 mil novos milionários na passagem de 2015 para 2016, segundo relatório sobre riqueza divulgado nesta terça-feira (22) pelo banco Credit Suisse.

De acordo com o levantamento, o número de milionários brasileiros subiu de 162 mil para 172 mil.

milionarioPela metodologia do estudo, são considerados milionários os indivíduos com ativos avaliados em mais de US$ 1 milhão, excluindo a residência principal.

Segundo o relatório, o Japão foi o país que mais ganhou novos milionários em 2016 (acréscimo de 738 mil), seguido dos Estados Unidos (283 mil), Alemanha (44 mil). Já os países que mais perderam milionários, pela ordem, foram: Reino Unido (-406 mil), Suíça (-58 mil) e China (-43 mil).

No mundo, o número de milinários cresceu 2%, ou 596 mil, passando de 32,3 milhões de pessoas para 32,9 milhões. O EUA concentra o maior número de super-ricos (13,5 milhões)

 

 

No 3º trimestre, 22,9 milhões queriam

emprego ou trabalhar mais, diz IBGE

No terceiro trimestre, 22,9 milhões de brasileiros não tinham emprego ou queriam trabalhar mais horas, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O número é maior do que o do segundo trimestre, quando 22,7 milhões de brasileiros estavam nessa situação.

Esses dados levam em conta pessoas em três situações:

1) desempregados: são as pessoas que não têm trabalho e procuraram algum nos 30 dias anteriores à pesquisa do IBGE; nesse grupo estavam 12 milhões de pessoas (esse dado havia sido divulgado em outubro pelo IBGE);

2) subocupados por insuficiência de horas trabalhadas: são as pessoas que têm emprego, mas trabalham menos de 40 horas por semana e dizem que poderiam e gostariam de trabalhar mais; eram 4,8 milhões de trabalhadores nessa condição;

3) força de trabalho potencial: são as pessoas que não têm trabalho e chegaram a procurar emprego, mas não estavam disponíveis para trabalhar (porque estavam estudando ou com um problema de saúde, por exemplo), além daquelas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram emprego nos 30 dias anteriores à pesquisa; eram 6,1 milhões de pessoas nessa situação.

Com base nesses dados, o instituto calcula a taxa de subutilização da força de trabalho, que no terceiro trimestre chegou a 21,2%, crescendo na comparação com o segundo trimestre, quando era de 20,9%, e também em relação ao terceiro trimestre de 2015, quando era de 18%.

Os números foram divulgados pelo IBGE nesta terça-feira (22) e faz parte de um novo conjunto de indicadores da Pnad Contínua, pesquisa que informa regularmente dados sobre emprego no Brasil.

Esses indicadores foram adotados pelo IBGE para enriquecer as análises sobre o mercado de trabalho e seguir as recomendações internacionais da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Eles passaram a ser divulgados trimestralmente neste ano.

Uol Economia

 

Dólar fecha em alta de 0,13%, a

R$ 3,356, de olho na crise dos Estados

 

O dólar comercial fechou esta terça-feira (22) em alta de 0,13%, a R$ 3,356 na venda.

Nos quatro pregões anteriores, a moeda norte-americana havia cedido 2,58%. Na segunda-feira, a queda foi de 1,03%.

Com isso, a moeda tem alta de 5,22% no mês. No ano, acumula baixa de 14,98%.

Brasil: política e economia

O mercado estava atento ao resultado da reunião do presidente Michel Temer e do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, com governadores nesta tarde, quando devem ser discutidas saídas para a atual crise dos Estados.

Um dia após anunciar um pacote de medidas para tentar melhorar as contas do Estado, o governo do Rio Grande do Sul decretou hoje estado de calamidade financeira na administração pública estadual, conforme decreto publicado no Diário Oficial. O decreto entrou em vigor nesta terça-feira.

Atuação do BC

Assim como na véspera, o Banco Central realizou apenas um leilão de swap tradicional (equivalente à venda futura de moeda) para rolagem dos contratos que vencem no início de dezembro.

Cenário externo

No exterior, o clima estava mais tranquilo, após o pessimismo que envolveu o mercado nas últimas semanas depois da eleição de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos.

Investidores temem que sua política econômica possa acelerar a inflação, fazendo com que o Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) eleve os juros.

Juros mais altos nos EUA poderiam atrair para lá recursos atualmente investidos em outros países onde os rendimentos são maiores, como é o caso do Brasil.

“Ainda estamos em compasso de espera, observando o que vai acontecer nos Estados Unidos. Mas a trégua favorece a correção do dólar aqui”, disse o sócio da Omnix Corretora, Vanderlei Muniz, à agência de notícias Reuters.

(Com Reuters)

 

 

Bovespa sobe 1,45% e tem terceira

alta seguida; Vale dispara mais de 7%

O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta terça-feira (22) em alta de 1,45%, a 61.954,47 pontos. É o terceiro avanço seguido da Bovespa, que havia subido 1,85% na véspera.

Nesta sessão, o desempenho positivo foi influenciado, principalmente, pelo avanço nas ações da mineradora Vale, que dispararam mais de 7%, da Petrobras e dos bancos. Essas empresas têm grande peso sobre o Ibovespa.

Apesar de subir no dia, a Bolsa acumula queda de 4,57% no mês. No ano, porém, a alta acumulada é de 42,92%.

Dólar sobe 0,13%, a R$ 3,356

No mercado de câmbio, o dólar comercial fechou em alta de 0,13%, a R$ 3,356 na venda. Na véspera, a moeda norte-americana havia caído 1,03%.

Apesar da alta de hoje, a moeda norte-americana acumula desvalorização de 0,9% na semana. No mês, tem alta de 5,22% e, no ano, acumula queda de 14,98%.