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Bolsa sobe ao maior nível em 2 anos e acumula 37% em 2016

Bolsa sobe ao maior nível em 2 anos e acumula 37% em 2016

 

17/08/2016

 

Moedas

Dólar Comercial: 3,2105 (compra) 3,2115 (venda) +0,55% (variação)

Dólar Turismo: 3,0800 (compra) 3,3300 (venda) +1,22% (variação)

Euro Comercial: 3,6201(compra) 3,6248 (venda) +0,35% (variação)

Libra: 4,1834 (compra) 4,1893 (venda) +0,25% (variação)

Guarani: 1.640 (compra) 1.690 (venda)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em +0,80% (59.323,83) nesta quarta-feira.

 

Commodities

Soja: 70,00(BA) 72,41(GO) 76,28(MG) 73,38(MS) 71,90(MT) 68,35(PR) 69,75(RS)  71,86(SC) 76,03(SP)

Milho: 59,33(BA) 41,39(GO) 46,82(MG) 35,11(MS) 29,38(MT) 36,19(PR) 43,78(RS) 43,12(SC) 40,40(SP)

Algodão: 81,95(BA) 62,65(GO) 84,36(MG) 68,00(MS) 79,75(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 66,85(PR) 50,48(RS) 60,57(SP)

Feijão: 402,50(BA) 215,75(PR) 210,17(RS) 204,17(SC) 312,64(SP)

 

Bovinos: 146,59(BA) 137,83(GO) 137,64(MG) 138,00(MS) 128,29(MT) 147,23(PR) 5,20(RS) 151,45(SC) 151,21(SP)

Aves: 2,45(MG) 2,97(PR) 2,46(SC) 3,25(SP)

 

Petróleo (Brent): US$ 48,490 (0,0%)

Ouro: US$ 1352,120 a onça-troy (-0,14%)

Prata: US$ 19,810 (-0,05%)

Platina: US$ 1129,750 (+0,18%)

Paládio: US$ 701,000 (+0,24%)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,18%

CDI: +14,13%

SELIC: +14,25% (20/07)

IPCA: +0,52% (julho/16).

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

 

UFERMS

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

 

Bovespa sobe e renova máxima em 2 anos

após ata do Fed reduzir aposta em alta dos juros

As ações brasileiras reverteram a direção e fecharam em alta nesta quarta-feira, após a ata da última reunião de política monetária dos Estados Unidos mostrar que ainda não há consenso para uma alta em breve dos juros na maior economia do mundo, o que também levantou Wall Street e os preços do petróleo.

Após a queda na véspera, com investidores temendo que a ata mostrasse uma disposição mais clara do Federal Reserve de elevar os juros nos EUA, o Ibovespa saiu do vermelho no meio da tarde para fechar em alta de 0,8 por cento, a 59.323 pontos, máxima de fechamento desde 5 de setembro de 2014. No pior momento do dia, o Ibovespa chegou a recuar 1,32 por cento.

Inflado pelo vencimento dos contratos de opções sobre Ibovespa, o giro financeiro da sessão atingiu 21,2 bilhões de reais.

Os principais índices acionários norte-americanos e o petróleo também reverteram a direção e fecharam em alta, com a leitura de que a manutenção do juro dos EUA perto do zero por mais tempo levará investidores a buscar ativos de maior risco.

“Vimos na ata um discurso um pouco menos forte do que alguns do membros do Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto) vinham indicando recentemente”, disse o analista Rafael Ohmachi, da Guide Investimentos. “Isso levou o mercado a alguns ajustes de posições.”

Com isso, algumas das ações mais líquidas do mercado doméstico, ligadas a commodities, lideraram a reviravolta, com destaque para Petrobras, Vale, siderúrgicas e bancos. (Aluísio Alves, da Reuters).

 

Moody’s eleva previsão para

mercados emergentes em 2016 e 2017

A agência Moody’s elevou nesta quarta-feira a previsão para as maiores economias emergentes para 2016 e 2017, fixando o crescimento para mercados emergentes do G20 em 4,4 por cento neste ano e 5 por cento para 2017.

Analistas da Moody’s disseram em nota esperar que o crescimento dos mercados emergentes se estabilize, mas previram crescimento aumentado para alguns países e queda para outros.

A Moody’s elevou a perspectiva para o Brasil, Rússia e China. Turquia e África do Sul tiveram as previsões reduzidas.

“Estamos vendo uma certa estabilização… o fluxo de capital parece estar voltando forte”, disse Madhavi Bokil, vice-presidente da Moody’s e um dos autores do relatório. “A volatilidade do mercado financeiro diminuiu, e no caso dos emergentes no geral estamos vendo alguma melhora.”

A Moody’s espera que o Brasil retome o crescimento em 2017 após recuar 3,8 por cento em 2015 e até 4 por cento neste ano. Bokil atribuiu a melhora a um aumento nos negócios e na confiança de investidores no Brasil desde que o presidente interino Michel Temer assumiu o cargo.

A Rússia, cuja economia encolheu 3,7 por cento em 2015 e cuja expectativa é de nova contração neste ano, tem previsão de crescer até 2 por cento em 2017 graças a preços mais fortes no petróleo e à produção industrial, afirmou a Moody’s. (Por Dion Rabouin, da Reuters).

 

Dólar fecha acima de R$3,20, mas

longe das máximas, após ata do Fed

O dólar fechou em alta ante o real nesta quarta-feira, mas longe das máximas do dia, após a ata do Federal Reserve mostrar que ainda há consenso no banco central norte-americano de que serão necessários mais indicadores econômicos antes que fique clara a necessidade de elevar os juros.

Ainda assim, a moeda norte-americana terminou acima dos 3,20 reais, já que o documento revelou que alguns membros votantes do Fed acreditam que será apropriado elevar a taxa em breve e reagindo a um fluxo de saída na parte da tarde.

O dólar avançou 0,55 por cento, a 3,2115 reais na venda, após chegar a 3,2355 reais na máxima da sessão. O dólar futuro subia cerca de 0,35 por cento no final desta tarde.

“O mercado sente que o Fed está dividido demais e que (a chair do Fed, Janet) Yellen preferirá ser cautelosa e não elevar os juros antes das eleições”, disse o economista da 4Cast Pedro Tuesta, referindo-se ao pleito que escolherá o próximo presidente norte-americano em novembro.

Segundo o documento, divulgado nesta tarde, alguns membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) esperam que um aumento de juros seja necessário em breve, mas há consenso geral de que são necessários mais dados antes disso.

A ata contrariou as expectativas de muitos operadores, que haviam comprado dólares pela manhã apostando que o documento reforçaria o recado de que os juros norte-americanos podem subir neste ano.

Na véspera, o presidente do Fed de Nova York, William Dudley, afirmou ver possibilidade de alta na taxa em setembro, o que tenderia a atrair para a maior economia do mundo recursos alocados em outros países, como o Brasil.

“As declarações de Dudley ontem sugeriram um viés de alta de juros”, escreveram analistas do Scotiabank em nota a clientes pela manhã.

 

Ministério da Fazenda vê PIB

crescendo mais em 2017, a 1,6%

O Ministério da Fazenda estimou nesta quarta-feira que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017 será de 1,6 por cento, acima do avanço de 1,2 por cento esperado antes, em meio à batalha para evitar aumento de impostos para garantir a meta fiscal do próximo ano.

Na revisão dos parâmetros macroeconômicos que leva em conta para elaborar o orçamento, o governo manteve sua projeção para a inflação medida pelo IPCA a 4,8 por cento em 2017.

Segundo o secretário de Política Econômica, Carlos Hamilton Araújo, a divulgação dos novos números antes do projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) faz parte dos esforços para aumentar a transparência. (Por Marcela Ayres, da Reuters).

 

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