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BC corta juros pela 2ª vez seguida, e taxa vai a 13,75% ao ano

BC corta juros pela 2ª vez seguida, e taxa vai a 13,75% ao ano

 

30/11/2016

 

 Moedas

Dólar Comercial: 3,3858 (compra) 3,3873 (venda) -0,25% (variação)

Dólar Turismo: 3,3700 (compra) 3,5700 (venda) 0,00% (variação)

Euro Comercial: 3,6076(compra) 3,6126 (venda) -0,18% (variação)

Libra: 4,2640 (compra) 4,2688 (venda) +0,46% (variação)

Guarani: 1.650 (compra) 1.700 (venda)

(Fonte: Uol e Cambios Chaco)

 

Bolsa

Índice Bovespa fechou em +1,51% (61.906,36) nesta quarta-feira.

(Fonte: Uol)

 

Commodities

Soja: 72,50(BA) 70,06(GO) 72,80(MG) 69,00(MS) 67,00(MT) 69,60(PR) 70,37(RS)  72,55(SC) 73,08(SP)

Milho: 45,17(BA) 34,91(GO) 39,79(MG) 28,28(MS) 25,75(MT) 30,28(PR) 36,81(RS) 37,35(SC) 34,13(SP)

Algodão: 84,48(BA) 67,00(GO) 86,29(MG) 68,00(MS) 81,61(MT)

Arroz: 50,00(BA) 68,00(MT) 69,33(PR) 48,97(RS) 59,48(SP)

Feijão: 210,83(BA) 211,43(PR) 213,17(RS) 202,20(SC) 163,65(SP)

 

Bovinos: 157,78(BA) 141,81(GO) 146,49(MG) 139,75(MS) 127,60(MT) 150,45(PR) 4,87(RS) 157,71(SC) 150,39(SP)

Aves: 3,30(MG) 3,03(PR) 2,40(SC) 3,10(SP)

(Fonte: Agrolink)

 

Petróleo (Brent): US$ 47,310 (0,00%)

Ouro: US$ 1167,660 a onça-troy (+0,11%)

Prata: US$ 16,370 (+0,18%)

Platina: US$ 910,500 (+0,70%)

Paládio: US$ 772,770 (+0,26%)

(Fonte Uol)

 

Índices

Salário Mínimo: R$ 880,00 (2016)

Global 40: +112,32

TR: +0,21%

CDI: +13,88%

SELIC: +13,75% (30/11)

IPCA: +0,26% (Out/16).

IPC-Fipe: +0,27 (Out/16)

IGP-M: -0,03 (Nov/16)

INPC: +0,17 (Out/16)

(Fonte Uol)

 

UAM-MS (Unidade de Atualização Monetária de MS)

– Dezembro/2016: R$ 3,5407

– Novembro/2016: R$ R$ R$ 3,5361

– Outubro/2016: R$ R$ R$ 3,5350

– Setembro/2016: R$ R$ 3,5199

– Agosto/2016: R$ 3,5337

– Julho/2016: R$ 3,4770

– Junho/2016: 3,4381

– Maio/2016: R$ 3,4258

– Abr/2016: R$ 3,4111

– Mar/2016: R$ 3,3844

– Fev/2016: R$ 3,3334

– Jan/2016: R$ 3,3188

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

UFERMS

– Dez/2016: R$ 24,39

– Out/2016: R$ 24,28

– Ago/2016: R$ 23,99

– Jun/2016: R$ 23,63

– Abr/2016: R$ 23,35

– Fev/2016: R$ 22,90

(Fonte Sefaz/MS)

 

 

ESTATÍSTICAS DA ECONOMIA AGRÍCOLA ANO BASE 2015

http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/Pasta%20de%20Dezembro%20-%202015.pdf

 

BALANÇA COMERCIAL DE MS

 

– Carta de Conjuntura Junho de 2016 – http://www.semade.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/20/2016/06/Setor-Externo-Junho-2016.pdf

 

 

Mulher observa preços em mercado do Rio de Janeiro. 21/01/2016 REUTERS/Pilar Olivares

Mulher observa preços em mercado do Rio de Janeiro. (Foto: REUTERS/Pilar Olivares).

Recessão no Brasil aprofunda

no 3º tri e coloca 2017 em risco

A recessão brasileira aprofundou-se no terceiro trimestre deste ano, com destaque para a forte queda dos investimentos e consumo, quadro que dificulta ainda mais a recuperação da atividade esperada para 2017 em meio ao aumento do desemprego e queda da confiança.

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil encolheu 0,8 por cento no trimestre passado sobre os três meses anteriores, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira, marcando o sétimo trimestre seguido de contração e com a maior retração no ano nesta base de comparação.

Sobre o terceiro trimestre de 2015, o PIB despencou 2,9 por cento. Pesquisa da Reuters apontava que a economia teria queda de 0,8 por cento entre julho e setembro na comparação com o trimestre anterior e de 3,2 por cento sobre o terceiro trimestre de 2015.

“Os números que já saíram no final deste ano não alimentam muito otimismo, a confiança dá sinais de que pode cair e reflete certa decepção em relação à demora da economia de dar sinais de retomada”, afirmou o economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Rosa. “Não me surpreenderia se voltasse a mostrar quadro de maior deterioração”, acrescentou ele.

A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), uma medida de investimento, voltou a despencar no trimestre passado, após ter subido no segundo trimestre pela primeira vez depois de recuar por 10 vezes consecutivas. Segundo o IBGE, a queda entre julho e setembro foi de 3,1 por cento, a mais acentuada desde o último trimestre de 2015 (-4,4 por cento).

O consumo das famílias caiu 0,6 por cento no terceiro trimestre sobre o anterior, em meio à dificuldade das pessoas em reduzirem suas dívidas com juros e desemprego elevados e também marcando o sétimo trimestre de queda seguido.

Os serviços, por sua vez, recuaram 0,6 por cento no período, também a sétima retração seguida.

Esse cenário tem abalado a confiança dos agentes econômicos, com destaque para a do consumidor que, neste mês, caiu pela primeira vez desde que o presidente Michel Temer assumiu a Presidência, em maio. (Por Rodrigo Viga Gaier e Patricia Duarte, Reuters).

 

BC reduz Selic a 13,75%, cita ambiente

externo e abre espaço para cortes maiores

O Banco Central reduziu nesta quarta-feira a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, a 13,75 por cento ao ano, em decisão unânime e amplamente esperada, indicando que seus próximos passos levarão em conta o cenário externo, visto hoje como “especialmente incerto”, e a atividade econômica brasileira.

Preparando o terreno para intensificar os cortes daqui para frente, o BC avaliou positivamente o andamento das medidas de ajuste fiscal até agora, também ressaltando ver “sinais de desinflação mais difundida”.

“O Copom destaca que o ritmo de desinflação nas suas projeções pode se intensificar caso a recuperação da atividade econômica seja mais demorada e gradual que a antecipada. Essa intensificação do processo de desinflação depende de ambiente externo adequado”, destacou o BC em comunicado.

Em pesquisa Reuters, 54 dos 64 economistas consultados esperavam corte de 0,25 ponto percentual nos juros, enquanto o restante previa redução maior, de 0,50 ponto.

O BC também informou que “entende que a convergência da inflação para a meta de 4,5 por cento no horizonte relevante para a condução da política monetária, que inclui os anos-calendário de 2017 e 2018, é compatível com um processo gradual de flexibilização monetária”.

O BC começou o atual ciclo de relaxamento monetário em outubro, ao reduzir a Selic também em 0,25 ponto percentual. Desde lá, vinha indicando a inflação de serviços, ainda alta, como motivo para cautela no corte de juros. Agora, com o dólar perto das máximas em cinco meses, economistas diziam não ver razão para que o BC mudasse de postura.

Sem citar explicitamente a eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos neste mês, o BC disse que o aumento da volatilidade dos preços dos ativos indica o possível fim do “interregno benigno para economias emergentes”.

A surpreendente vitória do republicano alimentou forte onda de aversão ao risco que varreu os mercados financeiros, com temor de que sua política econômica seja expansionista e force o Federal Reserve, banco central norte-americano, a elevar ainda mais os juros.

“Há elevada probabilidade de retomada do processo de normalização das condições monetárias nos Estados Unidos no curto prazo e incertezas quanto ao rumo de sua política econômica”, disse o BC. (Reuters).

 

Bovespa sobe 1,5% com fortes ganhos da Petrobras,

mas recua em novembro após 5 meses de alta

O principal índice da Bovespa subiu nesta quarta-feira, amparado na forte alta das ações da Petrobras, em meio a ganhos elevados nos preços do petróleo, mas encerrou novembro em território negativo, após cinco meses de altas seguidas.

O Ibovespa subiu 1,51 por cento, a 61.906 pontos, após subir 2,6 por cento na máxima do pregão. No mês, o índice acumulou queda de 4,65 por cento, a primeira perda desde maio, quando caiu 10 por cento.

O desempenho no mês foi pressionado pela surpreendente eleição de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos, que adicionou volatilidade aos negócios, além de um movimento de ajuste após a alta superior a 11 por cento do Ibovespa em outubro. No acumulado do ano, o índice acumula alta de 42,8 por cento.

O volume financeiro do pregão foi de 11,7 bilhões de reais, acima da média diária para o mês até a véspera, de 9,15 bilhões de reais.

No exterior, o bom humor veio com o primeiro acordo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) para corte de produção desde 2008, que impulsionou os preços do petróleo. A Arábia Saudita aceitou uma redução na sua extração e concordou com o congelamento do bombeamento do rival Irã em níveis pré-sanções, segundo fontes da Reuters.

Localmente, o sentimento positivo foi corroborado pela aprovação em primeiro turno no Senado da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita o crescimento dos gastos públicos, por 61 votos a favor e apenas 14 contrários. A ampla margem foi considerada positiva por operadores por indicar a manutenção da governabilidade do presidente Michel Temer.

Durante a tarde, o Ibovespa se afastou das máximas da sessão depois que a equipe da força-tarefa da Lava Jato informou que vai renunciar se o pacote de medidas contra a corrupção for aprovado como passou na madrugada desta quarta-feira na Câmara do Deputados. O texto aprovado pela Casa derrubou diversos pontos do texto original e incluiu temas polêmicos, como a punição a juízes e procuradores.

A sessão teve ainda o rebalanceamento do índice global MSCI e suas subdivisões, incluindo a do Brasil, que passa a valer no fechamento desta quarta-feira. O ajuste da carteira inclui as ações ordinárias da Eletrobras e exclui Cesp PNB, Totvs ON e units da Taesa. (Por Flavia Bohone, Reuters).

 

Dólar salta 6,18% em novembro sobre

o real, maior alta em mais de um ano

O dólar fechou em baixa ante o real nesta quarta-feira, favorecido pela aprovação com folga da PEC do teto dos gastos no Senado e pelo salto nos preços internacionais do petróleo, mas encerrou novembro com a maior alta mensal em mais de um ano, diante da forte onda de aversão ao risco que varreu os mercados com a eleição norte-americana.

O dólar recuou 0,25 por cento, a 3,3873 reais na venda, depois de bater 3,3761 reais na mínima do dia e 3,4078 reais na máxima. O dólar futuro cedia cerca de 0,15 por cento no final da tarde.

Neste mês, a moeda norte-americana acumulou valorização de 6,18 por cento, a maior alta mensal desde setembro de 2015 (+9,33 por cento), após a surpreendente eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos e que levou o Banco Central brasileiro a atuar mais fortemente no mercado de câmbio durante um tempo.

O Senado aprovou com folga –61 votos a favor, ante os 49 mínimos necessários– a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do teto dos gastos públicos, dando importante sinalização depois da crise política que respigou no presidente Michel Temer na semana passada, que culminou com a demissão do ex-ministro Geddel Vieira Lima, acusado de tentar usar a força política do Palácio do Planalto para interesses pessoais.

A moeda norte-americana oscilou entre leves altas e baixas pela manhã alimentada pela formação da Ptax, taxa do Banco Central que serve de referência para diversos contratos cambiais, de novembro.

Passado o fechamento, o dólar manteve trajetória de baixa ajudada por algum ingresso de recursos por parte de estrangeiros, comentaram profissionais.

Na cena externa, os mercados financeiros foram influenciados pelo salto nos preços do petróleo, em torno de 10 por cento, depois de a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) ter fechado acordo sobre um corte da produção.

Com o fim do mês, o mercado se perguntava qual será a estratégia do BC para os swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, que vencem em janeiro, equivalente a 5 bilhões de dólares. Em novembro, o BC rolou os contratos que vencem no dia 1º de dezembro. (Por Claudia Violante, da Reuters).